terça-feira, 29 de abril de 2008
ADIAMENTO COLÓQUIO "NOVA LEI DO DIVÓRCIO?"
O Colóquio sobre a Nova Lei do Divórcio na Universidade Católica foi adiado do dia 29 de Abril para 14 de Maio à mesma hora, por razões de agenda.
Oportunamente será divulgado novo cartaz do colóquio, com os dados correctos. Daqui até lá será feita, e pedimos a todos ajuda, divulgação do mesmo.
Gratos
segunda-feira, 24 de março de 2008
Feto encontrado em Albufeira, in Observatório do Algarve 20.03.2008
O embrião foi encontrado por volta das 16h40, por funcionários da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Albufeira. Foi visto em cima de uma das grelhas de filtragem do esgoto, canalizado por condutas que fazem ligação ao centro de Saúde local e ao parque de Campismo.
O feto, do sexo masculino, poderá ter sido resultado de um aborto feito recentemente, noticia a edição de hoje do Correio da Manhã.
Com a chegada da GNR de Albufeira o local foi isolado e foi requerida a assistência de uma brigada de investigadores da PJ, a quem compete a averiguação deste tipo de casos.
O feto foi transportado para o Instituto de Medicina Legal, com a finalidade de ser autopsiado. Os resultados da autópsia serão posteriormente enviados ao procurador do Ministério Público de Albufeira, para juntar ao processo de investigação da PJ.
Notícia está em: http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=20926
sexta-feira, 14 de março de 2008
Igreja contra o facilitismo no divórcio, in Agência Ecclesia 13.03.2008
«Divórcio electrónico» preocupa os Bispos, que defendem aconselhamento e ponderação
O Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga, considera que o aparecimento do portal na Internet onde as pessoas se podem divorciar em poucos minutos “é quase uma promoção ao divórcio”.
Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Jorge Ortiga realça que “ninguém ignora que a vida de amor num casal tem os seus momentos: umas vezes na alegria e felicidade e outros com algumas dificuldades”.
Januário Lourenço, mandatário judicial, afirmou em declarações à Lusa que este serviço “disponibilizado de forma gratuita para divórcios simples (sem bens ou filhos comuns) é célere, reduzindo o tempo médio do processo, que envolve requerentes, procuradores e conservatória”.
Será possível divorciar-se através da Internet entre 4 e 20 minutos, desde que estejam disponíveis todos os elementos relativos aos cônjuges e procuradores. A Igreja “nunca aceitará o divórcio” e esta medida “é enveredar pelo facilitismo” – afirma D. Jorge Ortiga.
O Presidente da CEP sublinha que “não há amor sem sofrimento e sem dor”. Quando se pretende “um amor alheio a qualquer contratempo entra-se no amor platónico”. “A ponderação e o aconselhamento” são fundamentais no matrimónio, aponta.
As dificuldades tornam “o amor mais adulto e consciente”. Para D. Jorge Ortiga, o país está a “facilitar demasiado nestas áreas”.
Sem os fundamentos, “a fidelidade, sinceridade e verdade” desaparecem porque “as pessoas andam ao sabor imediato” – frisou.
A Igreja tem um papel evangelizador e “alerta para a realidade deste amor que cresce, mesmo nos momentos de sofrimento”. O Arcebispo finaliza: “O divórcio não é solução”.
Nacional Luís Filipe Santos 13/03/2008 17:52 1637 Caracteres 282 Família
terça-feira, 4 de março de 2008
Documento esquecido na gaveta, in RR 29.02.2008
Entregue em 2004, com duzentas mil assinaturas a petição "Mais vida Mais família" tem permanecido na gaveta.
Cansados de esperar, os responsáveis enviaram esta semana inúmeras cartas a lembrar o caso ao presidente da Assembleia da República e aos grupos parlamentares.
Catarina Almeida, representante dos peticionistas, acredita que é dever dos deputados ouvir e dar resposta às solicitações dos cidadãos.
Nesta petição, 200 mil pessoas pediam ao Parlamento que tivesse em atenção, na legislação que produzisse, a adopção de medidas de protecção e defesa da vida e dignidade do ser humano, a sua protecção jurídica na fase embrionária e ainda a protecção da família e apoio à mulher grávida em dificuldade e ao recém-nascido.
O relator designado pela primeira Comissão de Direitos Liberdades e Garantias, o deputado comunista João Oliveira, garante que, o mais tardar, daqui a duas semanas apresenta o relatório da petição.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Portuguesas recorrem menos à pilula do dia seguinte, in Notícias Sapo 03.03.2008
Segundo dados da consultora IMS Health, divulgados pela agência Lusa, no último semestre de 2007 foram vendidas menos sete mil caixas. Assim, pela primeira vez, o consumo anual da pílula de emergência diminuiu em Portugal, invertendo uma tendência que se vinha a verificar nos últimos quatro anos.
Os dados da consultora dão conta de que foram compradas 206.648 caixas, menos 6.646 que no ano anterior. Entre Janeiro e Julho de 2007, as portuguesas compraram 106.802 caixas, ao passo que, entre Julho e Dezembro, o número desceu para 99.846.
«É um bom sinal, que pode significar um menor recurso a métodos de emergência quando as mulheres estão na dúvida de poderem estar grávidas. Pode significar também que as mulheres estão mais tranquilas, porque agora têm acesso a meios de saúde pública», disse à Lusa Daniel Pereira da Silva, da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, referindo-se à entrada em vigor da lei que tornou possível a interrupção voluntária da gravidez, no passado dia 15 de Julho. [...]
Leia a notícia na totalidade em:
http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=810114
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Algarve: Lar da Mãe está a funcionar e tem acolhido mulheres
O presidente da Caritas Diocesana do Algarve, explica que o Lar da Mãe, uma das valências daquela instituição, tem servido para acolher as mães que procuram aquele apoio nas mais “diferentes situações sociais, económicas, e até físicas”, “vítimas de violência, de maus tratos ou de abandono familiar” e “outras que não aceitam o aborto”.Carlos Oliveira, que garante terem sido acolhidas directamente cerca de uma dúzia de mulheres no presente mandato, explica que “este trabalho é feito debaixo de um certo sigilo”. “Não nos colocamos na postura de divulgar cada vez que temos uma mãe”, sublinha, advertindo que “este trabalho que é feito com pessoas, vítimas de violência, tem de ser feito com muita cautela”. Fazendo questão de sublinhar que a prioridade da Caritas do Algarve é fazer com que o problema seja solucionado sem que haja necessidade de recorrer ao internamento, o presidente da Caritas refere que foram muito poucas (cerca de 4 ou 5) as mulheres que permaneceram no Lar da Mãe até ao termo da gravidez ou mesmo até depois. “Temos feito com que todas sejam integradas no seu ambiente familiar”, esclarece, explicando que o Lar da Mãe acolhe as mulheres desde que se confirma a sua gravidez até 4 meses depois do nascimento da criança.
Neste sentido, aquele responsável destaca as situações, não contabilizadas nas utentes acolhidas no Lar da Mãe, que foram solucionadas sem que fosse necessário o internamento. “Não temos gosto nenhum em tê-las em casa, se conseguimos resolver o seu problema logo à partida”, reforça, salientando que o Lar da Mãe “é uma casa para resposta às situações emergentes que no imediato não conseguem ser solucionadas”. Também ainda neste contexto, o presidente da Caritas algarvia lembra que “o Lar da Mãe apoia as mães grávidas ou não grávidas que tenham bebés” e “não atende apenas as que ficam internas, mas também as que passam por lá e precisam de ser ajudadas”, por exemplo com géneros. Carlos Oliveira elucida que as mulheres “chegam por via de informações de alguns cristãos e de algumas comunidades religiosas e através do SOS Vida”, outra valência da Caritas algarvia. “Continuam a chegar mulheres por via do SOS Vida, não tantas como chegavam, porque tínhamos um homem, a quem se deve dar o valor devido – o padre Jerónimo Gomes –, que trabalhava 24 horas para aquele serviço, e que, com a reformulação que foi necessário impor, passando a depender da Caritas, o trabalho não tem uma amplitude tão grande”, justifica. Para além de dois directores da Caritas responsáveis pelas valências do SOS Vida e o Lar da Mãe, cada um com um telemóvel para atender casos urgentes, estes serviços contam ainda com um conjunto de técnicos voluntários, que Carlos Oliveira diz serem psicólogos, médicos, enfermeiros, advogados, profissionais de serviço social e educadores de infância. No entanto, o presidente da Caritas reconhece que, para garantir uma atitude mais activa na identificação dos casos de risco, os recursos humanos precisam ser ampliados. “O quadro humano existirá quando o quadro físico estiver construído. Neste momento estamos em instalações provisórias e só podemos acolher pessoas com mais de 18 anos que assinam um termo de responsabilidade a dizer que querem ficar no Lar da Mãe”, esclarece, apontando as limitações actuais.
Neste contexto, Carlos Oliveira recorda que só deverá ser possível acolher menores e receber apoios do Estado quando a nova sede do Lar da Mãe, construída de raiz, obedecer às exigências da legislação. “Os apoios que temos, tem sido da generosidade dos cristãos e do povo algarvio e até de outras partes do País”, frisa o responsável da Caritas algarvia. Sobre a campanha a favor da construção do novo edifício, lançada no âmbito da peregrinação da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Algarve, Carlos Oliveira diz que será um compromisso resultante da passagem da imagem mariana. “É um compromisso da comunidade cristã e não só, porque a imagem peregrina não arrasta consigo apenas os cristãos, mas também uma multidão de pessoas que estão afastadas da Igreja e que pela sua presença aceitam também este desafio da Igreja do Algarve”, refere, acrescentando que “é necessário que permaneça uma marca indelével da passagem da imagem”.
Nacional Diocese do Algarve 26/02/2008 15:15 4254 Caracteres
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